Sou grande admiradora das pessoas que sabem viver. Vivem de dentro para fora, e com isso aproveitam cada oportunidade de criar novos caminhos. Sem se prender a idade.

Certamente, assimilei esses valores observando minha mãe. E com isso, envelhecer nunca foi uma grande questão para mim…

Meu foco sempre esteve em celebrar a vida!

E lá estava eu, frente a frente com aquela mulher de cabelos brancos; passos curtos e firmes – de quem conhece bem o caminho e a direção. Seu tom de voz seguro foi determinante para fazer a plateia inteira vibrar ainda mais. Mesmo que não tenha sido essa sua intenção.

Foi em Nova York, (2014) em um grande evento chamado “I Can Do It – Ignite” que eu tive o prazer de conhecer pessoalmente uma das mulheres que mais me inspira… Louise Hay! Quanta vitalidade e inspiração aos 87 anos.

Lembro como se fosse hoje, o livro que ganhei na adolescência de presente da minha mãe, escrito por Louise Hay. Uma época em que pouco se falava sobre autoconhecimento, mas dentro da minha casa essa não era a regra. De alguma forma aquela temática deu contornos para a minha vida…

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